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  • Conheça quais são os tipos e como escolher a localização do terreno ideal para você

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    Existem três tipos de terreno: plano, em aclive e em declive. A legislação permite que áreas loteadas ocupem terrenos com até 30% de declividade, salvo restrições específicas de outros municípios.

    Os terrenos planos proporcionam projetos mais livres, que podem ser economicamente mais atraentes. Já aqueles em aclive ou em declive, apesar de exigirem maior investimento no preparo do terreno, têm vistas mais privilegiadas.

    Os terrenos em aclive possuem a drenagem a seu favor, já que a posição do terreno acima do nível da rua favorece o escoamento da água. Por outro lado, os terrenos em declive proporcionam um projeto de casa com uma beleza ímpar.

     “A execução de projetos para terrenos em declive tende a ser mais cara por conta de todos os cuidados no preparo do terreno e da fundação. No entanto, o valor do terreno pode compensar e, dependendo da sua localização, a residência se integra com a natureza, proporcionando ótimos horizontes”, confirma Daniela Malagoli, gerente de Urbanismo da Cipasa.

    E a localização, como escolher?

    A escolha da localização do terreno tem tudo a ver com o estilo e a personalidade de cada um. Os moradores mais festeiros e agitados podem optar pelos terrenos localizados perto do clube e do salão de festas, onde conseguem se socializar mais e estar próximos às áreas de lazer. Para os mais tranquilos, as melhores opções são os terrenos localizados de frente para praças ou áreas verdes, que permitem maior contato com a natureza.

    Para garantir que o empreendimento tenha ocupação urbanística harmônica, todo cliente da Cipasa recebe um Manual Técnico de Projetos e Obras para orientar sobre o projeto arquitetônico de sua casa.

    Uma das normas construtivas da Cipasa é o fato de as casas não poderem ter muros na área do recuo frontal, mas apenas uma cerca viva. Assim, sugerimos que os espaços de convívio sejam implantados nos fundos dos lotes, como é o caso das piscinas. “Privilegiamos um recuo maior nas divisas com calçadas, para que a sensação de quem caminha pelo empreendimento seja muito agradável. Como exemplo, o recuo frontal normalmente segue 5 metros de afastamento, e permitimos apenas o ajardinamento. É imprescindível manter a qualidade urbanística de nossos projetos, o que garante a valorização do empreendimento, junto das belas edificações que lá serão implantadas”, explica a gerente de Arquitetura e Paisagismo da Cipasa, Ângela Menini.

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